domingo, 24 de outubro de 2010

Ex toto corde |

Que alegria incontida
De cantar e sorrir pra vida
Que noite bonita
É esta que me incita
A cantarolar teu nome em rima
Só pra te deixar por cima.

De tudo que não me leve a sonhar
Com o brilhar da luz em teus olhos
Em uma noite quente de outubro
Aonde o caos ao redor mal importa
Para um coração que pulsa forte
Que faz correr um sangue fervente
De amor e paixão que não se viu igual
Desde os tempos de Julieta.

Nestes tempos modernos
Cada vez mais frios e solitários
Aonde o amor é algo vil
E as coisas simples
Assim como o romance e o cavalheirismo
São desprezíveis e sem valor
Eu sigo sozinho
Como um novo Quixote em velhos tempos
Lutando contra moinhos de ignorância
E combatendo a mim mesmo todo o tempo
Com a mais louca coragem
Tenho o amor como lança
A tranquilidade meu escudo
E a paz minha indestrutível armadura.

Mas mesmo munido de todos os artifícios
Aquilo que me impele a continuar
Que é infimamente superior
A todo e qualquer problema
É o amor que carrego no peito
Que está comigo em todo o lugar
E a todo o momento
Ele é que move o meu ser
Que da lenha aos meus sonhos
E que torna o impossível
Mais do que possível
Pois sendo com você
Eu faço da realidade um eterno sonho!

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