Ele surge de diversas formas: louco, belo, gay, drogado, alcoólatra, corrupto, burguês, religioso, etc. É usado para tachar e classificar, de uma forma desonesta e repugnante, pessoas com determinadas características; mas basta um momento, ou uma aparência, para rapidamente ser estereotipado, ser discriminado.
E dessa forma estereótipos como o do belo, levam milhares a loucura e outros milhares a morte; quantas mulheres lindas já não se olharam no espelho e disseram, mesmo que inconscientimente, "estou obesa", e passam a ser carrascas de si mesmas, deixando de comer e de viver em plenitude em vista desse desespero de alcançar o estereótipo do belo. Desenvolvem anorexia, bulimia e outros males, para não ficarem fora do "modelo".

Não podemos nunca nos esquecer de que essas e esses fora do "padrão", com características peculiares, por vezes estranhas ao comum, são pessoas como nós; elas tem sentimentos, emoções, medos e paixões como eu e você, tem suas covardias e ousadias, estão tão sujeitas a fracassos e sucessos como todos nós.
Ninguém é menos ou mais, aqui somos todos iguais.
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