terça-feira, 30 de março de 2010

Be happy |

Não, eu não canso de escrever, pensar e falar nisso.
Não canso pois a felicidade não é algo passageiro, momentâneo; não é algo que você usa ou faz e depois passa, se acaba.

Ela deve ser cultivada a todo instante, com um sorriso, um pensamento, um abraço, um beijo.

Não devemos nunca nos alienar da realidade a nossa volta; mas também não podemos deixar que pequenos problemas nos empeçam de sorrir. Pois no final tudo fica bem, e se ainda não está, é porque não chegou ao fim.

E se não for capaz de cultivar a sua felicidade, não se preocupe, apenas deixe que a nossa te contagie!

Aah, e.. "don't worry, be Happy... "! (;

sábado, 27 de março de 2010

Sorria |

É preciso MAIS!

Sorrir MAIS!
Rir MAIS!
Abraçar MAIS!
Amar MAIS!
Parar MAIS!
Sentir MAIS!

A vida é muito boa e muito breve para se preocupar com problemas pequenos.
É preciso rir e sorrir mais e mais, sem medo, sem moderação!

Aproveitar cada segundo o melhor possível!

Sorrir quando todos estão tensos e nervosos é a mais bela arte!

Porque a alegria é contagiante, só depende de você deixá-la entrar!


E sim, SORRIA para a vida que ela sorri pra você!

terça-feira, 23 de março de 2010

Sutilmente |

Estamos cercados e abarrotados até o talo deles; muitas vezes são discretos, sutis; nem nos damos conta de que estão a nossa volta, dentro de nós, na ponta da língua. Quando menos esperamos, eles emergem de nossas bocas, discriminando, humilhando e tachando... sim, malditos estereótipos.

Ele surge de diversas formas: louco, belo, gay, drogado, alcoólatra, corrupto, burguês, religioso, etc. É usado para tachar e classificar, de uma forma desonesta e repugnante, pessoas com determinadas características; mas basta um momento, ou uma aparência, para rapidamente ser estereotipado, ser discriminado.

E dessa forma estereótipos como o do belo, levam milhares a loucura e outros milhares a morte; quantas mulheres lindas já não se olharam no espelho e disseram, mesmo que inconscientimente, "estou obesa", e passam a ser carrascas de si mesmas, deixando de comer e de viver em plenitude em vista desse desespero de alcançar o estereótipo do belo. Desenvolvem anorexia, bulimia e outros males, para não ficarem fora do "modelo".

Não podemos nunca nos esquecer de que essas e esses fora do "padrão", com características peculiares, por vezes estranhas ao comum, são pessoas como nós; elas tem sentimentos, emoções, medos e paixões como eu e você, tem suas covardias e ousadias, estão tão sujeitas a fracassos e sucessos como todos nós.

Ninguém é menos ou mais, aqui somos todos iguais.

quinta-feira, 18 de março de 2010

Pare; Observe; Admire |

O homem tornou-se autômato, não para, não se cala, não observa, não pensa, não inova.
Continua a fazer o que lhe impõem e o que é "normal".
Acorda apressado; devora o que tiver na mesa e na geladeira; se arruma de acordo com padrões sociais determinados; corre com seu automóvel pelas vias publicas freneticamente até seu local de trabalho; cumpre ordens de chefes que o ridicularizam e o humilham frequentemente; passa o dia fazendo tarefas que detesta em ambientes terríveis; ao fim de seu expediente foge o mais depressa possível para seu veiculo com o intuito de sair desse lugar odioso; chega em casa, seu templo pessoal; engole o jantar e passa uma água no corpo; assiste sua programação diária em sua caixa de alienação; após suas intermináveis atividades arruma-se para dormir, mas seu sono demora a chegar pois não consegue silenciar a mente; pensamentos, imagens e besteiras de todos os tipos passam por ela mais rápido que os bits e dados do seu computador.

No lugar de humanos, temos robôs fazendo as mais diversas atividades por todos os lados, em todos os cantos de nossa "civilização". Os poucos lúcidos nesse mar de alucinados, são tidos como loucos, sonhadores, utopistas. Esses degenerados vivem num mundo a parte, fora da "realidade", são fracassados que não aguentam a dureza da vida. Assim - para não falar mais - são taxados aqueles que não aceitam a vida superficial, sem propósito, débil e banalizada que levam esses alucinados. São colocados a margem da sociedade, desprezados, e humilhados.

Precisa-se hoje, de mais pessoas que saibam parar e observar a grandiosidade dos pequenos detalhes da vida; passamos tão veloz e furiosamente por ela, que nem nos damos conta das belezas e tesouros ocultos a nossa volta; buscamos tão freneticamente aquilo que queremos, mas ficamos cegos a tudo mais que nos cerca.

Experimente um dia, sentar em seu quintal com uma folha e uma caneta, e apenas parar, observar, escutar. Ficar em silencio por um tempo e ir anotando tudo o que lhe causar admiração, inspiração, que lhe trouxer alegria.


Mas antes, para isso, é preciso aprender a silenciar a mente, para poder se maravilhar e se apaixonar pela vida!

quarta-feira, 17 de março de 2010

Sonhador |

Comecei a ler ontem o livro "O Vendedor de Sonhos" de Augusto Cury.

Tenho maior convicção agora, do que nunca, de que o egocentrismo, o conformismo e o individualismo, são os principais vírus do sistema; fecham e aprisionam nossas mentes, tornando-as obtusas que se quer pensam na própria existência, mas a todo instante em superficiais produtos de shoppings; moda; computadores, "tecnologias"; imagem social, status; etc.
As imposições cruéis e inescrupulosas desse sistema, levam o homem a abster-se de sonhos, de ideais e ideias, pois tem a "OBRIGAÇÃO" de conseguir um bom emprego, para que seu salário seja o bastante, mas nunca o será, para satisfazer suas necessidades todas; crescemos ouvindo que se não estudarmos seremos fracassados, mas será que o conhecimento, a critica, e os diplomas irão nos trazer "paz? liberdade de espírito? felicidade?" e outras coisas que o autômotismo causado pelo sistema, nos faz crer que podemos comprá-las, com uma camiseta, uma viajem, uma jóia, por exemplo, mas que no dia, na semana seguinte já se perdeu. Isso por que essa pessoa autômata, que vive sem propósito, sem significado, sem sonho, é especialista em obedecer a ordens e não em pensar.
Então temos que viver para estudar, arrumar um emprego, pagar nossas contas, nossos impostos, manter nossa imagem social, nosso status perante a sociedade, nem que para isso sejamos forçados a abandonar nossos sonhos, nossas metas, nossos ideais, e claro não pensar em desobedecer essa "ordem natural das coisas" e jamais em hipótese alguma sair do sistema, do contrario seremos caluniados, execrados e humilhados pelas suas diversas formas e canais de poder e controle(manipulação).

Não estou nem na metade do livro ainda, o que significa que, provavelmente mais apelos incoformados virão, ou não.. mas certamente uma conclusão. ^^

sábado, 13 de março de 2010

Pense |

As pessoas sempre reclamam da vida,
De como seu time não jogou bem,
Dos impostos,
Do trabalho,
Da familia,
Dos amigos,
Até de comer sempre a mesma coisa;

Elas esquecem de tudo o que tem,
E concentram-se em querer o que não tem,
Por isso, reclamam que seu time não jogou como eles queriam,
Reclamam dos muitos impostos que pagam,
Reclamam por que não tem o trabalho que gostariam,
Não tem a familia perfeita, ou a que gostariam,
Reclamam dos amigos, por seus defeitos,
E de comerem sempre o feijão com arroz;

Deveriam lembrar-se de que,
Muita gente seria grata por poder pagar seus impostos,
Por ter um trabalho,
Por ter uma familia,
Amigos,
Ou por simplismente terem algo pra comer;

Deveriam agradecer pelo que tem,
Ao inves de sempre quererem mais e melhor,
Sem se quer dar o devido valor pelo que tem;

Por essa rasão, que eu não me deixo esquecer,
Agradeço sempre,
Pois quando olho em volta,
E vejo tudo o que tenho,
Tudo o que posso fazer,
Penso,
E abro um sorriso de felicidade e inspiração!